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#Post#: 25--------------------------------------------------
Orixás - Os Tronos de Deus
By: calmeida Date: December 20, 2016, 3:57 pm
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[center]“Trono”, eis a chave de um dos mistérios de Deus.
[/center]
As hierarquias divinas são criações de Deus, e O auxiliam porque
são os seres que O manifestam o tempo todo.
Interpretações pessoais e universalistas.
Em todas as religiões antigas: gregas, egípcias, mosaica, hindu,
chinesa, japonesa, mongólica, nórdica, itálica, celta, persa,
americana, africana, etc... Encontramos as hierarquias divinas.
Todas as divindades sempre surgiram associadas à natureza, à
vida, e as necessidades imediatas dos povos onde se
desenvolveram.
Uma mesma divindade tem sido interpretada de formas diferentes
ainda que mantenham as suas qualidades essenciais e seus
atributos divinos.
As divindades se mantem unidas em torno de um objetivo único:
cuidar da obra de Deus.
Os Orixás são os senhores do Alto, que formam uma classe de
divindades associadas à natureza.
Os Querubins são divindades que regem os “gênios”.
Os Arcanjos cuidam do equilíbrio entre os planetas.
Os Tronos (Orixás) cuidam das evoluções.
Existem:
Orixás
Essenciais (de essência)
Elementais (de elementos)
Naturais (de natureza)
Encantados (de encanto)
Ancestrais (de origem)
Os tronos são os orixás, que são os senhores da natureza, tanto
da física, quanto da suprafísica, e tanto da material quanto
imaterial.
Orixás = Senhores da Coroa Divina, e estão assentados no alto do
Altíssimo, de onde se projetam e dão inicio as suas hierarquias,
que chegam até nós, aqui na Terra, como nossos orixás
individuais.
Tronos de Deus – Divindades de Olorum – Manifestadores das
Qualidades de Deus.
Forças de Deus na Natureza - Senhores da Cabeça, da Luz e do
Alto.
Amparadores e Regentes da Evolução dos Seres, das Criaturas e
das Espécies na Terra.
Seres Superiores, Energias Sublimes.
Em comparação, é como que Deus fosse o Presidente e os Orixás
seus Ministros. Verdadeiros Auxiliares Divinos da Criação.
*Divindade é sinônimo de ser superior e irradiador de mistérios
e qualidades de Deus.
A Umbanda através da ciência divina reinterpretou o culto aos
Orixás, diferenciando-o do modo que se cultua no Candomblé ou
nos cultos de Nação na África.
Portanto a Umbanda trouxe a “Renovação” no que diz respeito aos
Orixás, renovou as feições das divindades e se distanciou das
lendas, crendices e superstições. É isto mesmo, a ciência divina
que é superior às lendas, recolocou os Orixás em seus lugares: O
SAGRADO DE FATO, sem feições humanas, viciosas e
incompreensíveis.
[center]ORIXÁS ANCESTRAIS[/center]
Os Orixás Ancestrais são essências por onde DEUS (OLORUM) flui o
tempo todo se manifestando a todos e em todos os níveis.
No meio humano costuma-se idealizar os orixás ancestrais como
divindades naturais, o que não é correto, pois os orixás
ancestrais não são um ente em si, mas tão somente um “estado” do
Divino Criador.
Vislumbramos Deus no cristalino em um sentido, em uma essência,
e o vislumbramos no vegetal em outro sentido, em outra essência,
etc...
Portanto os orixás ancestrais são estados do Criador e nada mais
nos atrevemos idealizar, muito pouco sobre eles foi aberto paraa
humanidade.
São sete as essências que formam o Setenário Sagrado, portanto
sete Tronos Essenciais, as quais estão ligadas, pois através de
uma dessas essências é que temos evoluído.
Nosso Divino Pai nos criou em uma dessas sete essências e no
decorrer dos tempos vamos vivenciando estágios evolutivos que
nos facultarão a incorporação de todas as outras seis essências.
Somente tendo-as em nós mesmos, e vibrando-as a partir de nosso
íntimo, ascenderemos em harmonia e equilíbrio para o Pai Todo
Poderoso, nosso Criador, ou seja a ele retornaremos.
Os Orixás Ancestrais, são anteriores e hierarquicamente
superiores aos Orixás Naturais, regentes de muitas dimensões de
vida em nosso planeta.
Os Orixás Ancestrais se manifestam de dentro para fora no ser,
vejam todos nós temos uma semente original que denomina mental,
esta semente tem o formato ovalado e na literatura espírita é
chamada de ovóide.
O ovóide através de poros especiais capta essências
puras(originais), que circulam em todos os campos vibratórios.
Mas através de cordões invisíveis, o ser mental é alimentado
pelos orixás essenciais assentados na Coroa Divina, pois a ela
todos estamos ligados mentalmente.
Desta forma, através dos cordões invisíveis aos nossos olhos, os
orixás essenciais vibram dentro da semente original de cada ser.
Os Orixás essenciais desta forma tanto podem estimular um ser
mentalmente, como pode paralisá-lo ou anulá-lo e neutralizá-lo
em algum dos sentidos. Tudo depende da necessidade que o filho
apresenta para a sua evolução.
O Orixá Ancestral é a ligação direta do filho com o Pai.
Sete são as manifestações Divinas assentadas na Coroa do Pai.
Sete são os Tronos Regentes de todo planetário.
Sete são os Orixás ancestrais.
1 – Orixá Ancestral cristalino.
2 – Orixá Ancestral mineral.
3 – Orixá Ancestral vegetal.
4 – Orixá Ancestral ígneo.
5 – Orixá Ancestral aéreo.
6 – Orixá Ancestral telúrico.
7 – Orixá Ancestral aquático.
Texto extraído do Livro Sete Linhas de Umbanda
psicografado por Rubens Saraceni.
[center]ORIXÁS INTERMEDIÁRIOS E INTERMEDIADORES[/center]
Na Coroa Divina temos sete essências divinas, portanto sete
Tronos essenciais, cada Trono projetam-se dando origem a dois
pólos positivo e negativo, ocupados por dois Orixás Naturais,
que são irradiadores de suas qualidades essenciais.
Os Tronos assentados nos pólos deste terceiro nível já são
diferenciados e os identificamos como masculino ou feminino
positivo ou negativo, ativo ou passivo, universal ou cósmico,
irradiação contínua ou alternada, etc...
Estes novos Tronos na Umbanda denominamos de “Orixás Naturais”,
pois já são diferenciados em sua natureza, qualidades, atributos
e atribuições, nem todos são conhecidos porque não tiveram seus
nomes divinos adaptados à forma humana, não foram humanizados,
os nomes dos tronos são mantras ativadores de seus magnetismos,
irradiações, energias, qualidades, atributos e atribuições, os
mestres de luz conhecem os nomes mantricos, mas não têm
autorização para os revelar, caso revelem a escrita de alguns
não revelam a sua pronuncia.
As sete projeções dos sete Tronos essenciais criam quatorze
pólos magnéticos, sete positivos e sete negativos, que se
projetam e criam novos pólos ao todo quarenta e nove pólos
positivos e quarenta e nove pólos negativos, criando assim o
quarto nível vibratório que é o nível dos Tronos Intermediários.
Este quarto nível projeta-se e forma-se o quinto nível que é dos
Tronos Intermediadores.
O quinto nível por sua vez também se projeta formando o sexto
nível vibratório, cujo magnetismo é o mais próximo do nosso, de
onde vem os orixás dos médiuns, tanto de umbanda como de
candomblé.
Todo médium tem o seu “santo” de cabeça, mas estes são Orixás do
sexto nível, que começaram a surgir a partir do segundo nível
vibratório, quando os Tronos se irradiaram surgiram dois pólos
diferenciados, um masculino e outro feminino, um irradiador e
outro atrator, um positivo e outro negativo, etc.., deram início
assim a hierarquias distintas, com um único objetivo de amparar
a evolução dos seres, das criaturas e das espécies.
Os Orixás Intermediadores são os responsáveis pelas linhas de
ação e de trabalho que atuam nos templos de Umbanda, é através
destas linhas que os espíritos que se reintegraram às
hierarquias se manifestam durante os trabalhos espirituais,
usando nomes simbólicos que identificam a qual linha estão
agregados.
Muitos destes Orixás Intermediadores são espíritos que já
evoluíram para outros níveis e hoje retornam para acelerar a
evolução espiritual dos seus afins que ainda não concluíram o
estágio encarnacionista ou ainda estão muito ligados ao plano
material.
Os Tronos Intermediadores criaram suas hierarquias de ação e
trabalho, algumas já com vários milênios de idade, para melhor
atuarem no astral junto aos espíritos ou no material junto às
pessoas espalhadas nas mais diversas religiões.
No astral as linhas de ações e trabalhos tem o nome de “ordens”;
e seus regentes são os Orixás Intermediadores, ou espíritos
ascencionados que reassumiram seus graus de Tronos
Intermediadores, os quais deixaram vagos quando encarnaram, para
auxiliarem seus afins no estágio humano da evolução.
Uma grande parte das linhas de ação e trabalho da Umbanda são
dirigidas por Tronos humanizados, ou seja que encarnaram,
desenvolveram uma consciência e toda uma religiosidade humana e
hoje estão aptos a entenderem o nosso comportamento, diferente
dos seres encantados que são seres que não encarnam.
Os Orixás Intermediários assentam os Tronos humanizados à
direita ou esquerda, abrem-lhes os mistérios dos regentes
planetários e os religam com seus ancestrais, em seguida os
religam magnética, energética e vibratoriamente com um dos
quatorze Orixás Naturais e este Orixá os regerá para onde o
Orixá Intermediário que os assentou achar mais útil para os
espíritos humanos.
Texto extraído no livro “Código de Umbanda” psicografado por
Rubens Saraceni.
INCORPORAÇÃO DE ORIXÁS NA UMBANDA (USANDO EXEMPLO COM PAI
XANGÔ).
Logo, se alguém disser: “Eu incorporo o Xangô tal”, com certeza
está incorporando o seu Xangô individual, que é um ser natural
de 6° grau vibratório, ou um espírito reintegrado às hierarquias
naturais regidas por estes Xangôs. Nem no Candomblé se incorpora
um Xangô de nível intermediário ou qualquer outro Orixá desta
magnitude. O máximo que se alcança, em nível de incorporação, é
um Orixá de grau intermediador. Mas no geral, todos incorporam
seu Orixá individual natural, ou um espírito reintegrado às
hierarquias naturais e, portanto, um irradiador de um dos
aspectos do seu Orixá maior.
Temos, na Umbanda, os:
Xangôs da Pedra Branca, Xangôs da Pedra Preta, Xangôs das Sete
Pedreiras, Xangô das Sete Montanhas, etc.
Que são todos eles, Orixás Intermediadores e regentes de
subníveis vibratórios ou regentes de pólos energo-magnéticos
cruzados por muitas correntes eletromagnéticas, onde atuam como
aplicadores dos mistérios maiores, mas já em pólos localizados
em subníveis vibratórios. E todos estes Xangôs intermediadores
são regentes de imensas linhas de trabalho, ação e reação. Ou
não é verdade que temos caboclos da Pedra Branca, da Pedra
Preta, do Fogo, etc.?
Meditem muito sobre o que aqui comentei, pois em se tratando de
Orixás, é preciso conhecê-lo a partir da ciência divina ou nos
perdemos no abstracionismo e na imaginação humana. Reflitam
bastante e depois consultem seus mentores espirituais acerca do
que aqui estou ensinando, irmão em Oxalá.
INTERESSANTE ENTREVISTA DE RUBENS SARACENI SOBRE OS ORIXÁS.
1 - Entre os católicos é comum que os santos sejam vistos como
auxiliares constantes, ou seja, as pessoas pedem auxílio aos
santos para questões do dia-a-dia ou situações mais extremas.
Esse tipo de relação existe entre os seguidores da Umbanda e os
orixás? Eles são vistos como auxiliares constantes, diários?
Existem “orações” voltadas para orixás específicos, ou para
situações específicas?
Na Umbanda os Orixás são entendidos como divindades que tem
funções bem definidas na criação, entre as quais as de
auxiliar-nos, sendo que elas são bem conhecidas pelos
umbandistas, que recorrem a um ou a outro Orixá, sempre de
acordo com suas necessidades e procedendo segundo os
procedimentos de cada um deles.
Eles estão sempre a nossa disposição e tem sim a suas orações
especificas.
2 - Que tipo de poderes (ou energias) os orixás possuem? Como é
a relação entre essas energias e as pessoas? Em que elas
influenciam ou podem influenciar a vida das pessoas?
Os Orixás possuem poderes (ou energias) conhecidos como Axés,
energias estas que, por provirem de divindades são realizadoras
na vida dos seres.
Como exemplo podemos citar uma pessoa com sérios embaraços em
sua vida e que recorrem ao Orixá Ogum para desembaraçá-la, pois
o seu axé traz entre outras vibrações divinas uma denominada
vibração “desembaraçadora” e cuja função é desembaraçar tudo que
estiver embaraçado. Portanto, ao falarmos em Orixá estamos
falando de divindades realizadoras.
3 - Qual a diferença entre a importância dos orixás na Umbanda e
no Candomblé, se é que existe?
Não existe uma diferença de importância dos Orixás na Umbanda e
no Candomblé porque em ambas eles são as divindades supremas
sustentadoras da criação e só tem acima de si o Divino Criador
Olorum.
4 - Na mitologia, originalmente os orixás eram pessoas comuns
que foram elevadas à categoria de divindades. Essa situação tem
algo a ver com o que hoje se denomina ascensão?
Na Mitologia tradicional dos Orixás eles foram descritos como
seres humanos excepcionais e fundadores dos reinos e cidades
míticas associadas a eles na região da África hoje conhecida
como Nigéria. Mas, na Umbanda eles têm recebido uma nova
interpretação onde são descritos como divindades- mistérios do
Divino Criador Olorum.
Esclarecidas as visões dos Orixás no Candomblé e na Umbanda
então podemos afirmar que sim, tal como no Cristianismo Jesus
ascendeu, os Orixás Mitológicos também ascenderam.
5 - Como uma pessoa pode saber a qual ou quais orixás ela está
conectada energeticamente?
Uma pessoa pode saber a qual ou quais Orixás ela está conectada
energicamente através de vários métodos ou jogos divinatórios
tais como: o jogo de búzios, de cauris, do edingolum ou
merindingolum, isto no Candomblé, pois na Umbanda os processos
de identificação são manipulados pelos Guias espirituais.
6 - Por que tantas pessoas costumam associar a Umbanda e os
orixás ao mal e a demônios?
Têm-se muitas pessoas que costumam associar a Umbanda e os
Orixás ao mal e a demônios isto se deve a intolerância
religiosa, ao preconceito e ao racismo, infelizmente mascarados
nas mensagens de supremacia de um deus branco e cristão,
ignorância esta propagada continuamente por pessoas seguidoras
de certas seitas cristãs.
7 - Existem muitas pessoas na Umbanda que psicografam mensagens?
Na Umbanda o fenômeno da psicografia não é tão cultivado quanto
no espiritismo, mas após o surgimento das obras psicografadas
por mim começou a surgir muitos outros médiuns umbandistas
também possuidores desta faculdade mediúnica, fato esse
comprovado pelos inúmeros livros já editados e que foram
psicografados nos anos recentes.
8 - Todas as pessoas que entram na Umbanda devem necessariamente
incorporar um espírito?
A pessoa, para ser classificada como médium umbandista tem que
possuir a faculdade mediúnica de incorporação.
Agora, para ser umbandista não tem que possui-la e basta
converter-se a Umbanda e seguir seus preceitos.
9 - Como a Umbanda vê a questão da obsessão espiritual?
A Umbanda vê a questão da obsessão espiritual de duas formas:
1. Como um problema cármico
2. Como um desequilíbrio profundo no intimo do encarnado e que
atrai seus afins desencarnados.
10 - O que você pensa a respeito da abordagem que a mídia tem
sobre a Umbanda e os orixás, em particular nas obras de ficção?
Eu creio que a abordagem da mídia sobre a Umbanda e os Orixás é
deficiente e isso deve-se ao fato de que a maioria dos
repórteres e jornalistas tem dificuldade de entender a
profundidade religiosa existente por trás dos trabalhos
espirituais realizados nas sessões de atendimento ao publico
pelos guias espirituais.
Confundem os espíritos incorporados, dando consultas , dando
passes energéticos e realizando descarregos com algo caótico ou
pagão e não diferenciam esse tipo de trabalho socorrista, que
aberto, da religião em si e da grandeza dos Orixás que dão
sustentação a todos os trabalhos realizados pelos seus
falangeiros ou guias espirituais.
11 - É possível uma pessoa “utilizar” o poder de um orixá - seja
para o bem ou para o mal - ou os orixás não permitem que suas
energias sejam utilizadas?
O Orixá é um poder divino estável na criação e não estão
sujeitos a desvios de condutas, inerentes aos seres humanos.
Agora, espíritos ou forças da natureza regidos pelos Orixás e
que são seres ainda em revolução, estes sim tanto podem ser
direcionados para o bem tanto quanto para o mal, tudo dependendo
do grau de evolução deles.
12 - Existe diferença do termo “orixá” para a Umbanda, Candomblé
e Quimbanda?
Não existe diferença do termo Orixá, a não ser na grafia, para
Umbanda, Candomblé e Quimbanda.
Fonte: Colégio de Umbanda Pai Benedito de Aruanda.
Umbanda sem Orixá, não é Umbanda.
Orixá Ancestral: É aquela que magnetizou a ser assim que este
foi gerado por Deus. Dando a ele uma qualidade original e
natureza eterna e imutável. Nos acompanhado em todas as
encarnações sem sofrer mudanças.
Orixá de Frente: É o que rege a atual encarnação do ser. No
intuito de fazer o espirito absorver suas qualidades e
incorpora-las a suas faculdades. A cada reencarnação, existe a
mudança na regência de frente.
Orixá Adjunto: É aquele que forma par com o Orixá de Frente.
Passiva ou estimula o ser, gerando equilíbrio e crescimento.
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